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A lesão muscular no posterior da coxa é mais comum do que se imagina. Ela acomete com mais força atletas de esportes que envolvem acelerações e desacelerações em um curtos espaços de tempo, mas você sabia que é possível tratá-la com testes de baixo custos?

Algumas das razões que podem levar a lesões no posterior da coxa são estiramentos musculares, contraturas, desequilíbrios e sobrecarga no joelho. Cada pessoa pode desenvolver a lesão no posterior de uma forma, mas a maioria das lesões ocorrem por conta de desequilíbrios musculares.

Neste artigo você verá como o desequilíbrio muscular pode atrapalhar as atividades de um esportista e como uma alternativa de baixo custo pode ajudá-lo a voltar à prática esportiva.

O que causa lesão muscular no posterior da coxa

O posterior da coxa é formado por três músculos: Semitendíneo, semimembranoso e o bíceps femoral. Esses músculos, juntos, também são chamados de isquiotibiais, pois todos se originam no ísquio como um tendão comum, passam pelas articulações do quadril e joelho, e possuem sua inserção na tíbia.

Esses músculos são grandes responsáveis pelos movimentos cíclicos, como a caminhada, corrida e esportes de grande intensidade. Devido a esses grupos de pessoas estarem sempre praticando algum esporte, se movimentando, as chances de sofrerem lesões no posterior da coxa são maiores.

Então, a sobrecarga dessa musculatura é a principal responsável por lesões na musculatura do posterior da coxa. Pois, como se sabe, a sobrecarga lesiona as fibras musculares, gerando rigidez e dor. Nos piores casos, essa carga além do que a musculatura suporta, pode levar a perda da mobilidade e, por consequência, afastamento das atividades físicas.

É possível prevenir lesão muscular no posterior da coxa?

Sim!

Por se tratar de uma lesão puramente muscular, ou seja, não acomete os ossos, existem diversas maneiras de preveni-la.

Algumas dicas que damos para isso:

  • Aquecer e alongar a musculatura;
  • Trabalhar frequentemente a musculatura;
  • Redobrar os cuidados em casos que o atleta trabalhe muito com exercícios explosivos e de tiros;
  • Por fim, e talvez um dos mais importantes, fortalecer e focar em treinos de simetria para os isquiotibiais, adutores, abdutores, rotadores e o quadríceps.

Para este último item, vale ressaltar que o ideal é que se utilize de equipamentos que possam mensurar com exatidão as diferenças de força entre os músculos. O dinamômetro isocinético é uma solução para isso, mas é um produto muito caro e fora da realidade da maioria dos fisioterapeutas no Brasil.

A boa notícia é que o fisioterapeuta interessado em uma solução para medir e apurar possíveis desequilíbrios musculares, não precisa depender apenas do dinamômetro isocinético, há opções de baixo custo como o dinamômetro isométrico. Que iremos contar mais ainda neste artigo.

Alternativa de baixo custo para prevenir lesão muscular no posterior da coxa

Você já ouviu falar da flexão nórdica? Um exercício simples, porém que exige muito da musculatura posterior da coxa, que utiliza-se do próprio peso corporal da pessoa que está realizando o exercício.

A flexão nórdica é tida como um dos exercícios mais eficazes no fortalecimento excêntrico dos isquiotibiais e tem sido empregada com bons resultados em equipes de futebol profissional e amador.

Para a realização do exercício é recomendado um parceiro para auxiliar no contrapeso do atleta mantendo seus pés em contato com o chão. O atleta precisa estar ajoelhado com as coxas e o tronco alinhados em ângulo reto com as pernas. a atividade se inicia com o atleta inclinando o tronco até o chão de maneira lenta para aumentar o carregamento muscular na fase excêntrica.

Flexão Nórdica: execução padrão do exercício

Por si só, a execução desse exercício já ajuda a fortalecer os músculos do posterior da coxa, mas infelizmente, não é possível quantificar a força que a pessoa está realizando.

Quantificando força muscular em exercícios

Uma alternativa aos profissionais que desejam integrar tecnologia às suas avaliações de força, isso incluir a flexão nórdica, é o E-lastic. Com essa tecnologia é possível realizar exercícios com elásticos acoplados ao dinamômetro isométrico e simular flexões nórdicas, como pode ver no vídeo abaixo.

Atleta realizando a Flexão Nórdica com dinamômetro E-lastic

A grande diferença do E-lastic é a quantificação exata de força que o fisioterapeuta consegue ter ao utilizá-lo. Através de biofeedback, o avaliador consegue ter as informações de força do seu paciente na tela do seu celular e gerar relatórios com poucos toques na tela.

Desta forma, é possível realizar avaliações que identifiquem a capacidade máxima da musculatura – e não só a posterior da coxa -, mas também de todos os grupamentos do corpo. E, ao identificar assimetrias, o fisioterapeuta pode trabalhar para fortalecer a musculatura enfraquecida e evitar lesões.

Se quiser saber mais sobre a tecnologia E-lastic, fale com a gente agora mesmo.

Case de recuperação de lesão no posterior da coxa com o E-lastic

Um dos cases da tecnologia E-lastic para a redução de riscos em lesões muscular do posterior da coxa, ocorreu com o velejador Antônio Bonito.

Em março de 2019, o atleta se queixava de dores na musculatura posterior da coxa, tinha dificuldades de realizar movimentos simples, dado a dor excessiva. Foi quando ele recorreu ao fisioterapeuta David Lima que pôde realizar a primeira avaliação e identificar o grau da lesão que Antonio sofreu.

A avaliação

Já na primeira avaliação, utilizando o E-lastic, David pôde identificar uma assimetria de quase 8kg entre a musculatura da coxa direita e esquerda no exercício de flexão do joelho.

O lado direito do velejador marcava uma força média de 13,8kg, enquanto que a esquerda, 21,4kg.

Com avaliações e tratamento recorrentes, após 3 meses o fisioterapeuta pôde garantir que a musculatura posterior do velejador não fosse mais assimétrica e, assim, ele voltaria a praticar seu esporte favorito.

Relatório E-lastic do Atleta Antonio Bonito

Sabe-se que posterior é coxa é muito exigido na vela. Isso porque ele fica em contato direto com a embarcação. O fisioterapeuta David Lima ainda reitera: “Existem manobras, como a que a gente chama de borda, que você faz força com o posterior de coxa quase o tempo todo por causa da mudança de direção do vento”.

Conclusão

Com a quantificação de força, David conseguiu acompanhar a evolução da lesão de forma precisa. Além de prescrever exercícios mais eficientes para evitar sobrecarga de outras musculaturas, ele pôde dar alta ao atleta no momento correto.

Garantindo a melhora do desempenho do atleta e evitando recidivas da lesão. Essas informações de força, assimetria e tudo mais, foi possível a partir da tecnologia E-lastic.

Se você quer saber mais sobre o E-lastic, nos siga no Instagram ou solicite uma demonstração para nosso time comercial.