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A fisioterapia esportiva é uma prática da medicina do esporte que atua em pelo menos quatro grandes domínios: prevenção de lesões, atendimento emergencial, reabilitação funcional e retorno ao esporte.

Através de avaliações individualizadas e acompanhamento dos atletas, amadores ou profissionais, o fisioterapeuta esportivo deve identificar desequilíbrios musculares, alterações posturais, e déficits biomecânicos importantes que demandem intervenção fisioterapêutica.

Se engana quem pensa que o fisioterapeuta esportivo só trabalha com atletas profissionais, pois há também atletas amadores que praticam atividades físicas apenas para se manterem saudáveis. Se você quiser saber mais detalhes sobre essa área de atuação que vem crescendo no Brasil, continue a leitura deste artigo e conheça mais sobre a fisioterapia esportiva.

O que é a fisioterapia esportiva

A fisioterapia esportiva é uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), conforme Resolução COFFITO nº 337, de 08 de novembro de 2007.

Segundo definido na própria resolução, “a atuação do Fisioterapeuta Esportivo se caracteriza pelo exercício profissional desde a promoção de atenção básica direta à saúde do paciente por meio de diagnóstico cinético-funcional bem como a eleição e execução de métodos fisioterapêuticos pertinentes a este.”

Portanto, a função do fisioterapeuta esportivo – também chamado de fisioterapeuta desportivo – é aumentar a longevidade esportiva do atleta, extrair o máximo de seu rendimento e garantir que o atleta esteja presente nas conquistas esportivas de sua modalidade.

Em suma, e como dito no início deste artigo, o fisioterapeuta esportivo:

  • Previne lesões
  • Reabilita
  • Garante o retorno ao esporte
  • Presta atendimentos emergenciais

Independentemente de ser atleta profissional ou amador, um dos focos de quem pratica atividades físicas é não sofrer nenhum tipo de lesão, afinal ela pode inviabilizar o andamento dos treinos ou representar perda de conquistas esportivas.E até mesmo o esporte amador precisa ser acompanhado uma vez que a cada dia há maior indicação terapêutica de atividade física e maior número de pessoas que querem usufruir de seus benefícios. (RESENDE e colaboradores, 2014)

Atuação do Fisioterapeuta Esportivo

Segundo estudo de 2018 feito pelo Ministério da Saúde, entre 2006 e 2017 houve um crescimento de 24% no número de praticantes de atividades físicas no Brasil. Sendo as modalidades mais praticadas:

  1. Caminhada (33,6%)
  2. Musculação (17,7%)
  3. Futebol (11,7%)
  4. Lutas (2,3%) 

Logo, entende-se que conforme aumenta o número de praticantes é natural que se aumente o número de lesionados já que o efeito colateral da atividade física são lesões no sistema músculo-esquelético (VERHANGEN et. al., 2014)

Resende e colaboradores (2014) vão na mesma linha de pensamento ao dizer que “qualquer atividade física gera sobrecarga em algum ponto do aparelho locomotor e, quando essa sobrecarga ultrapassa a capacidade fisiológica de recuperação, há a instalação de um processo patológico”.

E neste ponto, é importante haver um profissional qualificado e capaz não só tratar as lesões existentes, mas também de prevenir que novas ocorram. 

O estudo da biomecânica nos esportes tem sido importante para a atuação preventiva em fisioterapia, pois têm ajudado a compreender os mecanismos de lesão e os processos mecânicos e físicos aos quais se submete o organismo.

Fazendo isto de forma planejada e individual com cada paciente, o fisioterapeuta esportivo poderá contribuir significativamente para o sucesso pessoal ou profissional daquele paciente. Pois a base para a prevenção de lesões envolve o conhecimento das limitações de um determinado atleta, assim como as características inerentes ao esporte que ele pratica e a magnitude da sobrecarga importa.

Quais áreas de estudo um fisioterapeuta esportivo deve conhecer

Você já deve ter entendido que o foco do tratamento da fisioterapia esportiva é a recuperação do paciente. E para atingir este objetivo, existem diversos tratamentos que por consequência exigirão um alto nível de conhecimento técnico do fisioterapeuta.

São áreas de estudo como:

Como dito anteriormente, o atendimento é individual e de acordo com a realidade de cada paciente, atendendo necessidades específicas de cada pessoa.

Há também a variável de compreender que cada esporte possui determinado impacto no corpo, então atividades como futebol e basquete, por exemplo, são atividades de alto impacto e exigem bastante dos membros inferiores de seus atletas.

Porque um fisioterapeuta não pode abrir mão de bons aparelhos

Todo profissional, seja qual for sua área de atuação, precisa ter ao seu dispor ferramentas que facilitem o seu trabalho e o torne mais produtivo. Um policial precisa de equipamentos de proteção individual e um cantor precisa de bons equipamentos sonoros.

Já um fisioterapeuta precisa de equipamentos que consigam mapear o estado inicial daquele atleta, e como está a saúde muscular e articular após uma lesão. Além dos exames, normalmente solicitados pelos médicos, os fisioterapeutas precisam avaliar níveis de amplitude articular, força muscular e escala de dor.

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