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Qualquer fisioterapeuta sabe que para uma pessoa ter um movimento estável é preciso que o sistema muscular esteja em perfeita sincronia, ou seja, trabalhando de forma equilibrada. Contudo, é muito comum a existência de desequilíbrio muscular, principalmente em atletas ou em pessoas que praticam exercícios sem o auxílio de um profissional.

Neste artigo iremos tratar sobre o tema de desequilíbrio muscular, mostrando como é possível identificá-lo e tratá-lo com precisão e eficiência.

Vamos lá!

Afinal, o que é um desequilíbrio muscular?

Em linhas gerais o desequilíbrio muscular é um fenômeno que ocorre quando há diferença de força e flexibilidade entre músculos da mesma articulação.

Você já notou que algumas pessoas têm mais força em um lado do corpo? Isso ocorre por alguns fatores, dentre eles a predisposição natural do corpo em ter o lado dominante e o não-dominante, fazendo com que a pessoa tenda a utilizar mais o lado direito do que o esquerdo, por exemplo.

Contudo, haver desequilíbrio muscular é muito comum e aceitável, desde que a assimetria entre os músculos não seja maior do que 15%. Mais a frente comentaremos como você pode identificar, com precisão, desequilíbrios musculares em seus pacientes.

Alguns fatores que podem causar o desequilíbrio muscular:

  • Sedentarismo;
  • Treino desequilibrado;
  • Exercícios mal executados;
  • Má postura.

Entendido o que é um desequilíbrio muscular, vamos agora abordar como você pode identificá-lo em seus pacientes.

Como identificar um desequilíbrio muscular?

Podemos dizer que há duas maneiras de identificar um desequilíbrio muscular: a certa e a errada.

Na errada você pode analisar o paciente apenas no olho, buscando identificar com a sua percepção se determinado músculo está maior que o outro. Perceba que eu falei “maior” e não “mais forte”, pois o primeiro é possível sim identificar somente olhando, o segundo não.

Na maneira errada você pode tirar algumas fotos do paciente para registrar, ao longo do tempo, a evolução que ele possa vir a ter. Mas, por ser a maneira errada, muitos erros e más interpretações podem ocorrer, como por exemplo, a identificação tardia de novos músculos assimétricos.

Agora, a maneira certa.

Mas antes, é importante você assumir que não é possível identificar desequilíbrios musculares baseado em subjetividades. Feito isso, você estará mais aberto a procurar equipamentos que te auxiliem a avaliar força e identificar desequilíbrio muscular.

Dentre as maneiras certas de identificar o desequilíbrio muscular está a utilização de dinamômetros isocinéticos e dinamômetros isométricos. O primeiro é menos acessível, dado seu alto custo e ser vendido em dólar. Já o segundo é o mais utilizado pelos fisioterapeutas, por conta da sua portabilidade e valores mais acessíveis.

Então, para falarmos de uma tecnologia mais tangível, daremos mais foco ao dinamômetro isométrico na avaliação de força. Com este equipamento é possível avaliar os músculos agonistas e antagonistas do paciente e ter o retorno, por biofeedback ou não, do grau de força do indivíduo.

Veja no exemplo abaixo um relatório de assimetria gerado no app E-lastic:

Prints da funcionalidade “Relatório de Assimetria” do app E-lastic

Os fisioterapeutas que utilizam a tecnologia E-lastic conseguem identificar através de avaliações físicas se o paciente tem desequilíbrio muscular, além de saber com precisão a porcentagem de assimetria. Assim, ele poderá priorizar corretamente os treinos, focando no músculo que precisa de mais força até que este fique sinérgico ao seu par.

Como tratar um desequilíbrio muscular?

Agora que você já sabe como é possível identificar desequilíbrios musculares, falaremos, com base na nossa experiência junto a nossos assinantes, como você pode tratar o desequilíbrio muscular dos pacientes.

Talvez isso seja óbvio para você, mas não custa ressaltar: quanto mais cedo se descobre um desequilíbrio muscular, maiores as chances de evitar lesão muscular.

Um exemplo disto é que um estudo avaliou 20 corredores em um dinamômetro isocinético e os acompanhou por três meses para verificar a ocorrência de lesões. 21% dos atletas apresentaram lesões que envolveram a região do joelho e o desequilíbrio muscular na região foi associado ao surgimento das lesões.

Então, para que o fisioterapeuta possa tratar o paciente com a qualidade necessária e evitar essas patologias, algumas ações podem ser tomadas:

  • Avaliação física com regularidade;
  • Fortalecimento da região afetada; e
  • Exercícios físicos específicos para a recuperação do músculo débil.

Você já deve ter entendido que uma maneira muito eficaz de tratar um desequilíbrio muscular é com informações. Afinal, com informações o fisioterapeuta pode pautar a sua tomada de decisão nos dados que a tecnologia oferece a ele.

O uso do E-lastic no tratamento de desequilíbrio muscular

O E-lastic é um serviço de avaliação de força portátil, por assinatura, que garante que fisioterapeutas avaliem força baseado em evidências e tenham o resultado em tempo real.

Com um aplicativo de celular exclusivo conectado a um dinamômetro isométrico, o E-lastic entrega informações prontas e otimiza o tempo do fisioterapeuta. Fazendo com que ele possa, além de avaliar com mais precisão, não depender apenas da subjetividade.

Uma funcionalidade exclusiva da tecnologia E-lastic é justamente o Relatório de Assimetria, que mostra ao fisioterapeuta, de forma simples, a força máxima do músculo e o compara com o seu antagonista, mostrando visualmente se o paciente tem desequilíbrio muscular naquela região.

Se você quer saber mais sobre essa e outras funcionalidades exclusivas, fale agora com um de nossos consultores e solicite uma demonstração.

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